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Grande Sertao: Veredas
Grande Sertao: Veredas
Definido pelo próprio Guimar es Rosa como autobiografia irracional , este romance usa como cenário o sert o brasileiro e os trilhos veredas que o gado vai sulcando no terreno árido, uma rede complexa de caminhos na qual é fácil perder o rumo como na vida, como no mundo.
No centro da encruzilhada está Riobaldo, protagonista-narrador, jagunço feito fazendeiro, que vai desfiando as suas memórias a um interlocutor desconhecido enquanto faz a sua travessia, debatendo-se entre deus e o diabo, o bem e o mal, a luz e as trevas.
E dentro de Riobaldo está tudo: o amor, o sofrimento, a força, a violência e a alegria de todos os homens e mulheres. Porque o sert o é do tamanho do mundo .
Com prefácio inédito de Clara Rowland, manuscritos, cronologia biográfica e, pela primeira vez em Portugal, a mítica capa do artista Poty Lazzarotto, criada em conjunto com Jo o Guimar es Rosa.
Eu ando febril, repleto, com três livros prontos na cabeça, um enxame de personagens a pedirem pouso em papel. Estou apontando os lápis, para começar a tarefa. É coisa dura, e já me assusto, antes de pôr o pé no caminho penoso. Tenho esperança de poder criar coisa nova e diferente.
Jo o Guimar es Rosa, 1947
Nunca vi coisa assim! É a coisa mais linda dos últimos tempos. A linguagem dele, t o perfeita também de entonaç o, é diretamente entendida pela linguagem íntima da gente e nesse sentido ele mais que inventou, ele descobriu, ou melhor, inventou a verdade.
Clarice Lispector, numa carta de 1956
Verdadeiro tour de force linguístico. Uma das obras formalmente mais bem-sucedidas do século.
Mario Vargas Llosa
Rosa n o escreve sobre o sert o. Escreve como se ele fosse o sert o. Um sert o que se enche de estórias para contrariar o curso da História.
Mia Couto
A Língua Brasileira tem neste livro o seu maior chamado. Os mil povos que comp em a cultura do Brasil convergem neste esplendor. Este romance n o é um romance, é um país deitado às palavras, levantado das palavras.
Valter Hugo M e
Este é o grande sert o da Língua, onde o verbo abraça a brisa e a transforma, onde o amor se desdobra como mistério quieto e quase desflora, onde a literatura se afirma universal mas como delicado quintal. Nestas páginas há veredas que murmuram dois potentes segredos com nome de flor e homem: Rosa, Guimar es. A vida se aumenta. O leitor sonha. A literatura renasce.
Ondjaki
No centro da encruzilhada está Riobaldo, protagonista-narrador, jagunço feito fazendeiro, que vai desfiando as suas memórias a um interlocutor desconhecido enquanto faz a sua travessia, debatendo-se entre deus e o diabo, o bem e o mal, a luz e as trevas.
E dentro de Riobaldo está tudo: o amor, o sofrimento, a força, a violência e a alegria de todos os homens e mulheres. Porque o sert o é do tamanho do mundo .
Com prefácio inédito de Clara Rowland, manuscritos, cronologia biográfica e, pela primeira vez em Portugal, a mítica capa do artista Poty Lazzarotto, criada em conjunto com Jo o Guimar es Rosa.
Eu ando febril, repleto, com três livros prontos na cabeça, um enxame de personagens a pedirem pouso em papel. Estou apontando os lápis, para começar a tarefa. É coisa dura, e já me assusto, antes de pôr o pé no caminho penoso. Tenho esperança de poder criar coisa nova e diferente.
Jo o Guimar es Rosa, 1947
Nunca vi coisa assim! É a coisa mais linda dos últimos tempos. A linguagem dele, t o perfeita também de entonaç o, é diretamente entendida pela linguagem íntima da gente e nesse sentido ele mais que inventou, ele descobriu, ou melhor, inventou a verdade.
Clarice Lispector, numa carta de 1956
Verdadeiro tour de force linguístico. Uma das obras formalmente mais bem-sucedidas do século.
Mario Vargas Llosa
Rosa n o escreve sobre o sert o. Escreve como se ele fosse o sert o. Um sert o que se enche de estórias para contrariar o curso da História.
Mia Couto
A Língua Brasileira tem neste livro o seu maior chamado. Os mil povos que comp em a cultura do Brasil convergem neste esplendor. Este romance n o é um romance, é um país deitado às palavras, levantado das palavras.
Valter Hugo M e
Este é o grande sert o da Língua, onde o verbo abraça a brisa e a transforma, onde o amor se desdobra como mistério quieto e quase desflora, onde a literatura se afirma universal mas como delicado quintal. Nestas páginas há veredas que murmuram dois potentes segredos com nome de flor e homem: Rosa, Guimar es. A vida se aumenta. O leitor sonha. A literatura renasce.
Ondjaki
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Editorial: Companhia Das Letras
Materia:
Narrativa galaico-portuguesa
ISBN: 978-989-665-813-7
Idioma: Portugués
Páginas: 608
Estado: Disponible
Fecha de edición: 21-06-2021
0.00€(IVA incluido)
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